Coleção de Minerais (Classificação Sistemática)

Possui em torno de quinhentas espécies minerais brasileiras, em grande parte originárias do Estado de São Paulo.

A coleção está organizada de acordo com a classificação sistemática dos minerais, isto é, com a filiação química de cada mineral (óxidos, sulfetos, carbonatos, silicatos etc.).

Os minerais possuem propriedades físicas, químicas e ópticas relativamente homogêneas, que permitem classificá-los por meio de métodos específicos, pela estrutura, dureza, cor, brilho e peso.

Os minerais são, em geral, sólidos, de composição química característica (elementos compostos), na maioria formados por processos inorgânicos.

Enxofre
Enxofre

Cristal de Quartzo
Cristal de Quartzo

Em geral, os minerais apresentam-se em cristais, com faces externas planas, relacionadas à sua estrutura de crescimento.

Já os mineralóides reúnem sólidos ou líquidos, sem formas definidas (não cristalinos), como o vidro vulcânico, o âmbar, o carvão mineral e o petróleo.

Zeólita
Zeólita

Vários processos de formação dos minerais decorrem de gases e líquidos em fusão, lavas vulcânicas, dissoluções químicas e recristalização.

A origem e as diferentes composições químicas explicam a variedade dos minerais, havendo uma distinção daqueles que contribuem para a formação das rochas, com os de ocorrência restrita.

Na natureza há cerca de duas mil espécies de minerais; apenas uma dúzia forma mais de 99% do volume da crosta terrestre. A maior parte das rochas é constituída pelo grupo dos silicatos, que reúnem, entre outros, os minerais mais comuns da crosta terrestre, como: feldspatos (60%); os anfibólios e piroxênios (17%); quartzos (12%); micas (5,2%); olivinas (2,6%).

Azurita
Azurita